quinta-feira, setembro 07, 2006

Bela sensação, os corpos roçando.


Foto de Joris van Daele

Bela sensação, os corpos roçando,
Seja por baixo, ou seja de lado,
É palpitante, corpos nus abanando,
Ardentes d'amor num atrito delicado.

As coxas entrelaçadas observando,
Braços errantes, mãos endiabradas,
Em prazeres lascivos buscando,
na boca, línguas que são espadas.

E nas mil delícias sempre ardentes,
Os corpos roçam-se como serpentes,
Serpenteando de forma misteriosa.

Por momentos esquecem o fracasso,
E enterram a frustração no abraço,
Roçando pela noite voluptuosa.

3 comentários:

Paula Raposo disse...

Pois é. Belo poema! Beijos.

Luna disse...

belos, deliciosos, divinos, momentos... beijo rubro

Anónimo disse...

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