sábado, julho 15, 2006

Sou teu prisioneiro.

O teu ser, o vento acariciava,
Erguia torres em tuas naturezas,
O doce mel sobre as maciezas,
Que minha língua serpenteava.

Minhas mãos, por ti aprisionadas,
E como, o vento, em ti vagueavam,
Entre montes e vales, condenadas,
Com o prazer as graças semeavam.

Sentimos o crescente arquejo,
Aprisiona-nos o ardente desejo,
Nosso amor não murcha, não cansa,

A lava que de paixão nos queima,
O laço poético nos corpos rima,
O quadro pintado de esperança.



Foto de:
Gavin O'Neill

5 comentários:

Cris disse...

Há mais prisioneiros assim, na tua cela? :))
Muito bonito o post.
Um beijo

Luna disse...

Muito bonito, o amor sempre o amor...que seriamos sem ele
beijos

rouxinol de Bernardim disse...

Visitei o blog pela primeira vez. gostei do seu conteúdo e virei mais vezes. Visita-me e dá um palpite sobre o meu....

Paula Raposo disse...

Gostei!

Anónimo disse...

amei...
suas palavras sempre me emocionam, dizem coisas q é dificil me expressar em palavras.rsss
bjssss