domingo, julho 23, 2006

Amando-te...

Percorro cada recanto de teu corpo,
Acabando sempre por me perder, em ti
Fico zonzo, sem rumo, um pouco tropo,
Do cheiro perfumado, do prazer, de ti.

Inclinas-te, para receber o prazer,
As pernas facilitas, desejo permanece,
Tua entrada acolhe-me, sinto-te gemer,
Deslizando entre nádegas, desaparece,

Num vai e vem, como sendo interminável,
Cresce o prazer de forma inexplicável;
Tumultos já pressinto, vindo devagar,

Chega a felicidade que te contorce,
O prazer infindável que nos retorce,
Meu amor, só tu assim, me sabes amar.



Foto de:
Natasha Gudermane

11 comentários:

Belzebu disse...

Excelente momento de poesia devidamente ilustrada!

Saudações!

Ana Luar disse...

Marco meu querido este poema é sedutoramente belo.

Dark-me disse...

Sensualidade ao rubro.
Beijo-te

moonshinne disse...

Mais que sensualidade em cada palavra uma caricia...
muito erotismo por aqui...

ÍntimoSedutor disse...

Caro Amigo,
Obrigado pelo comentário....
O texto que deixou aki é envolto de erotismo ao climax de um orgasmo mental, e quando lido debaixo para cima cria-se um momento de prazer sem igual....
Saudações....

Paula Raposo disse...

Gostei. Beijos.

☆Fanny☆ disse...

Um soneto bem erótico e muito bem feito!

Original...muito sensual.

Acho que o Verão mexe mesmo com as nossas hormonas...heheheheh...

Haja criatividade e muita ousadia!

Parabéns, Marco! Gostei muito!

Um abraço*

Fanny

Ana disse...

Muito, muito bonito :-)

Anónimo disse...

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