terça-feira, julho 18, 2006

Esperando...

Multidão, essa mancha cinzenta,
Nada fixo nesse mar de gente,
Como formigas, de passos sedenta,
Trazem o mundo, que não se sente.

Emerges, alma grita, fico rouco,
Dessa tempestade de mar que cega,
Zumbidos erráticos, a paz me nega,
E que pouco a pouco me deixa louco.

Tudo por dois dedos de conversa,
Onde o tempo deixa de ter pressa,
Colocar a tua mão em minha alma,

E sentir o amor e a paz sem fim,
Por finalmente te ter junto a mim,
Muda a tempestade em onda calma.



Foto de:
Carla Maio

8 comentários:

Anónimo disse...

lindo, palavras q sempre são bem expostas, em meio a tanta gente.
bjs

Maresi@ disse...

...sentir o amor e a paz sem fim..."sonho,desejo e ânsia de toda a gente...
felizardo aquele que o consegue...

Vim retribuir sua visita la no meu recanto...

Beijo Maresi@

Paula Raposo disse...

Senti uma certa suavidade. Beijos.

Marlene Maravilha disse...

Estou a visitar-te e gostei das tuas palavras. O amor é sempre lindo, vivido, ditado, escrito e falado.
Os portugueses são campeões em poesia.
abraços

PESCADOR disse...

Olá amigo, já percebi a Marlene no comment de cima... uma maravilha essa Marlene - e, como brasileiro, digo que realmente vocês portugueses e os espanhóis são grandes poetas, tudo é poesia... parabéns a Portugal por ter você.

Quanto ao texto - lembra-me o quanto estamos correndo a todo momento, mas não gostamos disso e esperamos sempre alguém que mude a nossa rotina... então olhamos para as pessoas ao lado e procuramos atenção, às vezes conversas rápidas ou um "bom dia!"... como seria bom se tivéssemos coragem de a todo dia fazermos um dia diferente.

Abraços.

Ana Luar disse...

E pelas mãos do poeta nasce o sonho... Marco está fonemenal este poema.

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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